Afinal, o que é a micropigmentação paramédica?

Quando falamos em tatuagem, logo pensamos em desenhos complexos na pele, geralmente com função decorativa. Mas você sabia que a tatuagem também ajuda a recuperar a autoestima de pessoas com cicatrizes, manchas ou que retiraram uma mama?

No post de hoje, vamos conhecer o que é micropigmentação paramédica e como funciona essa técnica que transforma vidas.

O que é micropigmentação paramédica?

Uma das coisas que mais abalam a autoestima de qualquer pessoa é conviver com marcas que distorcem a imagem corporal. Cicatrizes pós-operatórias, queimaduras, calvície, vitiligo ou retirada de mamas são algumas das condições tratadas pela micropigmentação paramédica. Esse procedimento estético busca disfarçar essas e outras cicatrizes, aproximando-se ao máximo da cor e das texturas naturais da pele.

Também conhecida como tatuagem paramédica, a técnica faz uso dos princípios básicos da tatuagem tradicional. Mas, ao contrário desta última, a tinta só é aplicada na camada mais superficial da pele.

Utilizando agulhas e pigmentos variados, os profissionais especializados em trabalho paramédico introduzem a tinta na derme (segunda camada da pele) do paciente, simulando sombras e texturas. Dessa forma, é possível criar um efeito de volume, com resultados bastante realistas.

Todo o procedimento costuma durar entre uma e duas horas, dependendo da extensão do local onde o pigmento será aplicado. A cor dos pigmentos utilizados será sempre a mais próxima da cor da pele ou dos pelos do paciente. A micropigmentação paramédica é realizada sob aplicação de anestesia local e, normalmente, apenas uma sessão do procedimento é necessária.

Em quais casos a técnica é indicada?

Em uma sociedade que valoriza a aparência, conviver com cicatrizes e marcas na pele pode refletir negativamente na autoestima. Por isso, é cada vez maior o número de pessoas que recorrem à micropigmentação paramédica para se sentirem melhores com seu próprio corpo.

A tatuagem paramédica costuma ser indicada por médicos para corrigir falhas nas regiões da sobrancelha, olhos ou boca, como queimaduras, flacidez ou necrose. Com um aparelho de alta precisão chamado dermógrafo, o profissional implanta pigmentos de diversas cores na pele do paciente, acima da derme.

A técnica também pode ser utilizada em casos de alopecia, que é a perda de pelos ou cabelo em alguma região do corpo. O tatuador desenha delicados e minúsculos fios em tom idêntico aos do paciente.

A micropigmentação também é bastante utilizada em mulheres que foram submetidas à mastectomia, retirada total ou parcial da mama, com perda da aréola e do mamilo. Nesses casos, a técnica busca redesenhar o contorno da aréola e do mamilo utilizando pigmentos de diversas tonalidades. Pacientes com próteses mamárias ou que passaram por redução ou aumento de mamas também podem se beneficiar do procedimento.

Por que fazer uma micropigmentação paramédica?

Apesar de existirem técnicas cirúrgicas que também ajudam a atenuar e camuflar cicatrizes, manchas e marcas na pele, elas costumam ser mais demoradas e com riscos maiores. Por se tratar de intervenções mais agressivas, os cuidados pré e pós-operatórios são mais delicados. Além disso, o preço costuma ser um empecilho.

A micropigmentação paramédica, por outro lado, é mais acessível, rápida e com menos riscos. Apenas uma sessão é necessária para devolver a autoestima ao paciente. Como se trata de um procedimento pouco invasivo, os riscos também são menores. A técnica é realizada com aplicação de anestésicos locais e a recuperação pós-tratamento é mais acelerada.

Com resultados rápidos e confiáveis, a técnica ajuda a melhorar a qualidade de vida e o bem-estar dos pacientes. Mas é importante que o procedimento seja realizado por um profissional capacitado para que os resultados sejam os melhores possíveis.

Agora que você já descobriu o que é micropigmentação paramédica e para que ela serve, que tal conhecer um pouco mais sobre a tatuagem na terceira idade?

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